RECICLAGEM I: PORQUE RECICLAR.

 

 

Separar o lixo orgânico do reciclável, é uma das primeiras atitudes a serem tomadas por todos aqueles que querem ajudar o nosso planeta e aos seres que nele vivem.

Considerem que os materiais recicláveis são feitos a partir de matérias primas retiradas da natureza.  Mas com a manipulação do homem para transformá-lo no material desejado, deixam de ser naturais. Ok?

Alguns exemplos:

O papel é feito das fibras da celulose retiradas das árvores. Mas se jogarmos papel no meio de uma floresta a celulose que o compõem por um acaso voltará às árvores, ou dele brotará uma árvore? 

O vidro é feito de areia, mas não dá para espalhar cacos de vidros na praia, dá?

O alumínio é feito da alumina que é retirada da bauxita. Mas dá para sair jogando latinhas por aí? Alguém acha que ela vai como que por um milagre retornar à bauxita existe em determinado solo?

O plástico vem do petróleo, mas pelo que sei as milhares de garrafas PET que chegaram ao mar estão boiando nos oceanos, e nenhuma delas voltou para algum poço de petróleo.

Quando separamos o lixo reciclável, estamos dando a ele a possibilidade de ser reutilizado, reaproveitado, diminuindo assim a necessidade de se  extrair  matéria prima da natureza.

Mas esse não é o único motivo, temos dois outros muito importantes também. Separando o lixo reciclável,  permitiremos que os aterros sanitários tenham muito mais tempo de vida e evitaremos também que muitos desses lixos, que muitas vezes nem chegam aos aterros, fiquem circulando por aí, sujando e dando um aspecto feio as cidades, entupindo bueiros, sujando praias, chegando aos oceanos e matando animais marinhos.

Pensar no nosso lixo é sim muito importante, e não dá mais para deixar para depois .Sem jeito 

 

  

 

CASTELOS DE AREIA.

Hoje não vou falar de Meio Ambiente, vou falar de Nós!

 

 

Quantos são os castelos de areia que construiremos em nossas vidas, e que no primeiro sopro de vento se desmoronarão, e colocarão abaixo junto com eles os nossos sonhos?

 

Quanto vale tantas e tantas tentativas de construí-los, se por vezes eles nos parecem, e são tão frágeis, que a qualquer momento, quando a gente menos espera, viram pó.

 

Vale pela alegria de vê-lo pronto, formado e completo? Vale pela dor e sofrimento na hora que percebemos que ele já não mais existe, e que em seu lugar ficou um punhado de areia? O que fazer com um punhado areia? Acho que vale por tudo, pois a experiência que esse mix nos dá, nos eleva, nos faz crescer, nos torna através da dor, mais fortes, mesmo que no meio do caminho, por vezes tenhamos vontade de desistir dos castelos, e querermos mais uma gruta para nos escondermos.

 

Mas ainda teimo em acreditar, que um dia irei construir um castelo de areia que será atingido apenas pelo brilho do sol, que os ventos não mais terão força sobre ele, pois será forte o bastante para resistir a tudo.

 

Quantos castelos de areia teremos que construir até que consigamos mantê-los firmes e resistentes as intempéries? Não sei.  Talvez o poder não esteja em nossas mãos, mas em nossas mentes e corações.

 


 

Com amor,

Malu Filézio

 

 

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