Rapidinho!

beijão,

Malu Filézio


28/08/2008 - 08h36

Degelo no Ártico já é o 2º maior, aponta satélite

da Folha de S.Paulo

O gelo marinho no Ártico atingiu, neste mês, o segundo nível mais baixo desde que começaram as medições por satélite. O derretimento já é maior que o de 2005 e, agora, só fica abaixo do recorde observado em setembro de 2007.

Segundo o Centro Nacional de Dados sobre Gelo e Neve dos Estados Unidos, a extensão de gelo em 2005 chegou a 5,32 milhões de quilômetros quadrados. Em agosto de 2008, atingiu 5,26 milhões de quilômetros quadrados e está a 430 mil quilômetros quadrados de igualar a marca do ano passado.

O relatório do órgão afirma que é necessário esperar as próximas semanas para saber se haverá nova quebra de recorde. Mas ressalta que, no início de agosto de 2005, o declínio do gelo começou a ficar mais lento, o que não ocorreu neste ano.

Ambientalistas afirmam que o degelo é mais um sinal de alerta para o aquecimento global. "É um sinal infeliz de que a mudança climática está chegando depressa ao Ártico e que realmente precisamos atacar a questão do aquecimento global em nível nacional", disse Christopher Krenz, gerente da organização Oceana, nos EUA.

"Isso não surpreende, mas assusta", afirmou Deborah Williams, ex-assistente especial do Departamento de Interior para o Alasca. Ela destacou ainda que este "foi um verão relativamente fresco".

Em setembro de 2007, o gelo marinho do Ártico encolheu mais de 1 milhão de quilômetros quadrados (quatro vezes a área do Piauí) em relação ao valor mínimo registrado anteriormente. Na ocasião, foi aberta pela primeira vez a Passagem Noroeste, almejada rota marítima entre Europa e Ásia --por onde, até então, não era possível passar.


republicando...

 

 

O CARRO -  por euzinha

 

Seu Zé Roberto, homem trabalhador e pai de três filhos.

Vendo que seu filho mais velho logo completaria 18 anos, resolveu  presenteá-lo com um carro.

Ele havia pensado: Vinicius nunca me deu trabalho, sempre foi um ótimo filho. Vou pegar parte de minhas economias e fazer uma surpresa a ele.

No dia do aniversário, seu Zé Roberto juntamente com a esposa e os outros dois filhos aguardavam ansiosos  a chegada de Vinicius. O rapaz cursava a faculdade pela manhã e na parte da tarde ajudava o pai que era um comerciante local.

Quando Vinicius entrou portão adentro não acreditou no que viu, um carro novinho no modelo e cor que ele sonhava ter.

Muito emocionado abraçou e agradeceu a sua família, especialmente a seu Zé Roberto, que logo disse ao filho:  - A única coisa que peço a você meu filho, é que cuide dele.

Passado algum tempo, já não sendo mais novidade, Vinicius passou a tratar seu carro com grande descaso. Não trocava o óleo do motor, não se preocupava com as revisões, abastecia o carro em qualquer posto, não cuidava de sua limpeza, passava sem cuidados por cima de lombadas e buracos. Enfim, o carro estava ficando cheio de problemas.

Certa noite, Vinicius estava voltando de uma festa quando seu carro simplesmente apagou.

A rua onde ele se encontrava era escura, quase sem movimento. Ele pegou seu celular ligou para o pai, explicou a situação e pediu para que viesse buscá--lo.

Assim que seu Zé Roberto chegou encostaram o carro junto à calçada, sabendo que na manhã do dia seguinte  levariam ao local um mecânico para verificar o que tinha acontecido.

Quando o relógio marcava 08 hrs pai e filho já se encontravam na porta do seu Patrocínio, o mecânico do bairro. Explicaram o problema a ele e em seguida foram ao local onde o carro de Vinicius se encontrava.

Assim que seu Patrocínio começou a analisar o objeto em questão verificou que o mesmo estava com vários problemas, isso devido à falta de cuidado com que ele havia sido tratado.

Seu Zé Roberto ficou tão decepcionado com o filho que empalideceu.  Virou para Vinicius e disse: - Meu filho, sempre procurei fazer o melhor por você. Trabalho todos os dias,  não faço extravagâncias, tudo para poder dar uma vida estável e com conforto para minha família. Peguei parte de minhas economias para comprar este carro, e tudo que pedi foi que cuidasse dele.

Vinicius então percebeu o que havia feito, desprezou o amor  e a dedicação que seu Zé Roberto tinha por ele.

Pediu perdão e prometeu que a partir daquele momento cuidaria e trataria com respeito a tudo que seu pai com tanto carinho oferecia a ele.

 

FIM

 

 

 

 

Gatinh@s,

Está foi a forma que usei para tentar explicar a vocês o que estamos fazendo.

DEUS nos ofereceu o melhor, e como estamos tratando a tudo que ele nos deu?

Para curar o nosso planeta precisamos não só de mudanças em nossas atitudes, precisamos mudar os nossos valores.

 

beijokas,

Malu Filézio

Que isto sirva de exemplo para que os santistas fiquem atentos ao que pode acontecer na nossa cidade.
Espero que os orgãos responsáveis e as pessoas por trás deles trabalhem bem para evitar situação semelhante.
Mas quem disse que o trânsito por aqui já não está mudando?! Temos que ficar de olhos abertos, e de preferência de boca aberta também, para reclamar.
Lembrando que mais do que nos preocuparmos com o trânsito não devemos nos esquecer do efeito estufa causado pela emissão de CO2 na atmosfera. Emissão esta feita pelos veículos movidos por derivados do petróleo. 
beijokas,
Malu Filézio

25/08/2008 - 08h55

Novos prédios congestionam SP, avaliam especialistas

São Paulo - Estão hoje em construção na capital paulista 1.291 prédios com 150.369 vagas de garagem, de acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Concentrados em alguns bairros, esses empreendimentos imobiliários terão, na avaliação de especialistas, impacto não só no tráfego local, mas também no da cidade, dependendo da região onde estão localizados. Pelo menos 40% dessas construções estão espalhadas pela Mooca, Vila Prudente, Butantã, Vila Leopoldina, Perdizes, Pompéia, Jaguaré, Jardim da Saúde, Morumbi, Vila Mariana e Ipiranga.

Em algumas áreas, onde grandes condomínios foram entregues recentemente, os antigos moradores já sentem dificuldades de locomoção em vias onde isso não acontecia antes. É o caso da Vila Leopoldina, na zona oeste, onde, além de ruas congestionadas, boa parte do trânsito desemboca na Marginal do Pinheiros. Foram 30 lançamentos de janeiro de 2006 até junho deste ano.

"Esses grandes prédios são construídos sem planejamento. Depois que terminam as obras, as construtoras vão embora sem se preocupar com a saturação. No nosso caso (na Vila Leopoldina), há impacto também nas redes elétrica e de esgoto", diz José Benedito Morelli, presidente do Conselho das Sociedades Amigos de Bairro da Lapa, que congrega 42 entidades.

A arquiteta e urbanista Maria do Carmo Vilariño, professora das Universidades Ibirapuera e Paulista, diz que a verticalização em bairros de classe média e alta traz mais carros, já que esse público não costuma usar transporte público. Ela cita, por exemplo, o trânsito na Avenida Sumaré. "Há dez anos, nunca estava congestionada, mas hoje é preciso fazer caminhos alternativos." Para ela, é preciso planejamento por parte da Prefeitura.

A legislação prevê que só os empreendimentos residenciais com mais de 500 vagas são considerados Pólos Geradores de Tráfego (PGT) e precisam fazer compensações viárias. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que não podia comentar o assunto, porque é de competência da Secretaria Municipal de Transportes. A pasta foi procurada durante três dias para explicar as exigências e os estudos que faz em relação aos condomínios, mas não respondeu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Uol Notícias.


"A GRANDEZA DE UMA NAÇÃO PODE SER JULGADA PELO MODO COMO SEUS ANIMAIS SÃO TRATADOS."

 (GANDHI)

 
blog do BAdARI

CLIQUE AQUI E ASSINE O ABAIXO ASSINADO.

 

ESTAÇÃO TRANSFORMA ESGOTO EM ÁGUA POTÁVEL

É bom nós irmos nos acostumando com isto! (argh!)

Com a escasses de água potável, e a falta de condição dos rios e mares depurarem o esgoto, está poderá ser uma alternativa para resolver ambos os problemas.

beijokas,

Malu Filézio

O condado de Orange, no sul da Califórnia, construiu uma estação de tratamento de água de 500 milhões de dólares que transforma esgoto em água potável. O maior desafio não é a tecnologia, mas sim convencer as pessoas a beber a água.

Fonte:Uol Notícias.

 

Olá gatinh@s,

Lí esta matéria a semana passada.Além de ser muito interessante, e também esclarecedora.

Acho importante que todos leiam, então quem passar por aqui, cole o                     texto abaixo e passe por e-mail aos amigos, parentes e afins.

Infelizmente nem todo mundo tem consciência das mudanças que tem que ser feitas. Cabe a nós procurarmos abrir os olhos daqueles que insistem em achar que não tem nada a ver com isso.

"Se estivermos juntos, seremos fortes."

beijokas,

Malu Filézio



14/08/2008
A sexta extinção das espécies ainda pode ser evitada
Christiane Galus

A espécie humana, que já conta 6,7 bilhões de indivíduos, modificou de tal maneira seu meio ambiente que, nesta fase atual da sua história, ela já começou a atingir gravemente a biodiversidade das espécies terrestres e marinhas, e, no médio prazo, já está ameaçando a sua própria sobrevivência. A tal ponto que um número cada vez maior de cientistas não hesita a falar de uma sexta extinção, que será provocada pelas importantes alterações introduzidas pelo ser humano na natureza e no meio ambiente. Esta nova extinção deverá se suceder às cinco precedentes, que estabeleceram o ritmo da vida na Terra.

O FIM DO MUNDO?
Os primórdios da vida remontam a 3,7 bilhões de anos. Mas foi preciso esperar até a explosão do período cambriano, há 500 milhões de anos (Ma), para que apareçam os primeiros organismos marinhos complexos. A partir dessa data, cinco grandes extinções ocorreram.
A PRIMEIRA, HÁ 440 MA, fez desaparecerem 65% das espécies, todas elas marinhas. Glaciações importantes, seguidas por um forte aquecimento teriam provocado grandes flutuações dos níveis marinhos.
A SEGUNDA, HÁ 380 MA, provocou a morte de 72% das espécies, em sua maior parte espécies marinhas. A catástrofe teria ocorrido devido a um esfriamento global que se sucedeu à queda de vários meteoritos.
A TERCEIRA, HÁ 250 MA, foi tão importante que a vida por pouco não conseguiu renascer. Segundo estimativas, 90% de todas as espécies (marinhas e terrestres) desapareceram. As causas dessa catástrofe até hoje vêm sendo debatidas, mas, acredita-se que imensas massas de lava em fusão que arrebentaram na Sibéria, possivelmente provocadas pela queda de um asteróide, alteraram profundamente o clima e diminuíram o oxigênio, o qual se dissolveu na água dos mares.
A QUARTA, HÁ 200 MA, é associada à abertura do oceano Atlântico e ao surgimento de importantes massas de lava em fusão que aqueceram o clima. 65% das espécies desapareceram.
A QUINTA, HÁ 65 MA, é a mais conhecida, uma vez que ela é associada ao desaparecimento dos dinossauros e de 62% das espécies. Entre as causas apresentadas estão a queda de um asteróide no golfo do México e o surgimento de importantes massas de lava em fusão na Índia.
MAIS PERTO DA NOSSA ÉPOCA, NO DECORRER DE UM PERÍODO QUE VAI DE 50.000 A 3.000 ANOS, antes dos nossos dias, a metade das espécies dos grandes mamíferos que pesavam mais de 44 kg desapareceu. Alguns pesquisadores incriminam principalmente o homem e consideram que a sexta extinção, aquela que é provocada pela ação do Homo sapiens, já começou.
A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), com sede na Suíça, que desenvolve estudos sobre 41.415 espécies (de um total de cerca de 1,75 milhão conhecidas) para elaborar sua lista vermelha anual, avalia que 16.306 dentre elas estão ameaçadas. Ou seja, um mamífero em cada quatro, uma ave em cada oito, um terço de todos os anfíbios e 70% de todas as plantas estudadas estão correndo perigo, segundo a UICN.

Será ainda possível frear esse declínio das espécies, que corre o risco de ampliar-se quando o nosso planeta atingir 9,3 bilhões de humanos em 2050? Os biólogos americanos Paul Ehrlich e Robert Pringle (da universidade Stanford, na Califórnia) acreditam que isso seja possível, com a condição de que diversas medidas radicais sejam tomadas no plano mundial. Eles apresentam essas medidas num relatório publicado em 12 de agosto na revista especializada americana "Proceedings of The National Academy Of Sciences" (PNAS - Minutas da Academia Nacional de Ciências), numa edição que dedica um dossiê especial à sexta extinção.

Em preâmbulo, os dois pesquisadores não hesitam a declarar que "o futuro da biodiversidade no decorrer dos próximos 10 milhões de anos será certamente determinado pelo que acontecerá nos próximos 50 a 100 anos que estão por vir, em função da atividade de uma única espécie, o Homo sapiens, que tem apenas 200.000 anos de existência". Se considerarmos que as espécies de mamíferos - às quais nós pertencemos - têm uma vida útil de um milhão de anos em média, isso coloca o Homo sapiens em meados da sua adolescência. Este "adolescente" mal-criado, "um narcisista que pressupõe a sua própria imortalidade, andou maltratando o ecossistema que o criou e o mantém em vida, sem preocupar-se com as conseqüências dos seus atos", acrescentam severamente Paul Ehrlich e Robert Pringle.

Consumo excessivo
Segundo os dois cientistas, é preciso insuflar uma mudança de mentalidade profunda, de maneira que a humanidade enxergue a natureza com outros olhos. Isso porque "a idéia segundo a qual o crescimento econômico é independente da saúde do meio ambiente e que a humanidade pode expandir indefinidamente sua economia é uma perigosa ilusão", afirmam Ehrlich e Pringle. Para enfrentar esta perda de rumo, é preciso começar controlando o ritmo da expansão demográfica e diminuindo nosso consumo excessivo dos recursos naturais, dos quais uma boa parte serve para saciar gostos supérfluos e não para as necessidades fundamentais. Por exemplo, a piscicultura e a avicultura são atividades menos onerosas em termos de transportes e de consumo de combustível, do que a criação dos porcos e dos bois, dois animais reunidos no sacrossanto cheeseburger com bacon...

Os autores do estudo propõem um outro ângulo de ataque: os serviços oferecidos pela biosfera são numerosos e gratuitos. Ela fornece as matérias-primas; os sistemas naturais de filtração das águas; a estocagem do carbono pelas florestas; a prevenção da erosão e das inundações pela vegetação, além da polinização das plantas por vários tipos de insetos e de pássaros. Por si só, esta última atividade movimenta cerca de US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 2,4 bilhões) nos Estados Unidos. Com isso, seria extremamente necessário avaliar os custos dos serviços oferecidos pela natureza e incluí-los nos cálculos econômicos, de tal modo que se possa garantir sua proteção.

Para financiar o desenvolvimento das áreas protegidas, cujo número é insuficiente e que são excessivamente parceladas, Paul Ehrlich e Robert Pringle propõem que se recorra a fundações privadas dedicadas à conservação. Esta solução apresenta a vantagem de ser menos custosa para os contribuintes e permite gerar quantias importantes. Na Costa Rica, um fundo desse tipo, o Paz Con La Naturaleza, arrecadou US$ 500 milhões (cerca de R$ 800 milhões), quantia esta que servirá para financiar o sistema de conservação do país. É possível igualmente associar de maneira mais estreita pastores e agricultores nas tarefas de preservação da biodiversidade, evitando impor-lhes decisões em relação às quais eles não têm nenhum poder de controle, e com a condição de que a sua fonte de renda seja preservada. Esse processo deve ser viabilizado por meio de explicações e de uma melhor educação neste campo. Contudo, nada impede que esforços também sejam empenhados na restauração das áreas onde o habitat foi deteriorado.

Entretanto, os dois pesquisadores se dizem preocupados diante do divórcio crescente, nos países industrializados, entre a população e a natureza, divórcio esse gerado pela utilização intensiva da multimídia. Eles constatam que, "nos Estados Unidos, a expansão das mídias eletrônicas coincidiu com uma diminuição importante das visitas nos parques nacionais, depois de um crescimento ininterrupto que durou cinqüenta anos". Além disso, ao que tudo indica, fenômenos similares andaram ocorrendo em outros países desenvolvidos. Diante dessa tendência, mostrando com isso que eles também têm um senso inegável do que é oportuno, Paul Ehrlich e Robert Pringle propõem que se acrescente uma dimensão ecológica aos universos virtuais mais conhecidos, tais como o Second Life.


Só entrem nos links abaixo aquelas pessoas que não são encanadas, ok?!

Eu sei que este blog é especificamente sobre meio ambiente, mas os  textos  de uma certa forma  tem a ver com o assunto.

Se vocês me perguntarem se acredito nas coisas que estão escritas neles,  vou responder: eu respeito.

Mas esta sem dúvida é a minha opinião, e nada pode ter a ver com a sua.

* 2012 para os Maias.  (eu assisti o documentário)

* 2012  no STUM. Já é um texto totalmente voltado para o lado espiritual. 


Alimentos Orgânicos



Quem tem mais de trinta anos de idade vai se lembrar do gosto do morango de antigamente...
Naquela época comer legumes, verduras e frutas era a certeza de estarmos ingerindo alimentos que só nos traziam benefícios.
Provavelmente os agrotóxicos já eram utilizados pelos agricultores, mas tenho certeza que não da forma como estão sendo usados hoje.
Sabemos que na agricultura, para se manter a plantação protegida de “predadores” é usado o pesticida, para fazer com que a produção cresça mais em tamanho e em menor tempo é usado o fertilizante.


E como tudo isso afeta a nós e ao nosso planeta? Eu tenho certeza que de forma bem negativa.
Tenho uma filha de 4 anos que adora frutas. Mas quem pode me garantir que as frutas que ela esta ingerindo só estão lhe trazendo benefícios. Por este motivo resolvi correr atrás de informações. Encontrei uma matéria muito interessante no site da Radiobrás.
As informações que estão nele são sérias, e ao meu ver não deixam dúvidas quanto ao fato de que o consumo indireto de agrotóxicos nos alimentos causam sim prejuízos à nossa saúde.


“O excesso de agrotóxicos nos alimentos deixa resíduos na casca ou em produtos que são consumidos in natura como as folhas verdes. A pele é muito permeável aos agrotóxicos que entram e atingem a corrente sanguínea causando dores de cabeça, tremores, intoxicação intestinal e no figado."
*Clique aqui para ler a matéria por completo.


Agora pensem no meio ambiente. Imaginem uma plantação que é tratada com agrotóxicos. O que acontece quando chove? O agrotóxico é levado aos aqüíferos, lagos e rios. Vocês acham que isso não nos atinge?
Tudo que atinge a natureza de forma negativa, cedo ou tarde atingirá a todos nós. Então o que podemos fazer? Deixar de ter uma bela salada na mesa? Claro que não!!!
Mas podemos optar pelos alimentos orgânicos. Eu sei, as coisas não são tão simples assim. O produto orgânico ainda tem seu preço bem acima dos produtos “convencionais” e nem todo mundo pode dispor de mais alguns reais para investir nesta diferença. Infelizmente isto é um fato. Mas por quê o produto orgânico é mais caro? Honestamente não sei responder. Talvez porquê sem os fertilizantes ele demore mais para crescer e por vez isso acabe aumentando o custo de sua produção.
Mas de qualquer forma está sendo feito uma pesquisa para que se consiga “potencializar” de forma natural (claro!) o húmus de minhoca, assim a produção poderá ser mais rápida e os produtos poderão alcançar um tamanho maior. Desta forma provavelmente a diferença de valor que existe hoje possa ser resolvida. Quem já viu uma cenoura orgânica pôde observar que existe uma diferença de tamanho entre ela e a “anabolizada”.
Talvez intercalar vegetais orgânicos aos não orgânicos nas refeições seja uma opção. Optar por folhas verdes orgânicas pode ser um começo.


Para aqueles que tem um quintal eu aconselho investir numa bela horta, e por que não um pomar (aí que inveja)?
Infelizmente esta é nossa realidade, mas felizmente estamos atentos a ela. Para os que ficaram interessados nos alimentos orgânicos e queiram saber onde estão seus produtores, é só clicar aqui.

Para quem quiser conhecer um produtor orgânico visite o site da Blessing Orgânicos. Vocês vão querer comer as fotos!

Espero que de alguma forma eu possa ter ajudado. Como eu aprendi nestes meus 38 anos que só reclamar não resolve, vamos procurar fazer o que está ao nosso alcance para que esta realidade seja modificada.


Beijokas,


Malu Filézio




acessem: Marcelo BAdARI


Olá gatinh@s,

Há alguns meses atrás meu marido me falou que estava querendo colocar uma "lixeira" ao lado da máquina de lavar roupa, com a finalidade de  coletar a água após o uso na lavagem das roupas e afins.

Na hora eu não aceitei a idéia pois queria descobrir um meio mais bonitinho de fazer isso.

Passado algum tempo, percebendo que não vinha a minha cabeça nenhuma idéia melhor, resolvi testar a dele.

E não é que deu certo! Não está sendo complicado retirar a água do reservatório (a lixeira foi promovida), pois o mesmo trabalho que se tinha para encher o balde na torneira é o trabalho que se tem para encher no reservatório, com a vantagem de ser mais rápido.

Falando em termos de ecônomia, como estamos fazendo um esquema que nos permite lavar o quintal todos os dias com a água da máquina, pelos meus cálculos vamos economizar uns 1.500 litros por mês.  Infelizmente para arrematar a lavagem ainda temos que usar água da torneira, pois do contrário o piso ficaria com marcas por causa do sabão e do amaciante.

Para quem não sabe temos dois boxers, motivo pelo qual o quintal tem que ser lavado todos os dias.

Para quem reconheceu a lixeira, é ela mesma, a lixeira que usamos para armazenar o lixo limpo. Pegamos emprestada para ver  se o negócio ia funcionar, como deu certo, agora vamos comprar outra. 

Passem esta idéia adiante, e caso tenham outras é só colocar nos comentários.

Valeu?!

beijokas,

Malu Filézio

Bom dia fofuch@os,
O problema não é só perder R$7,4 bilhões, e sim perder área que deveria ser usada para se plantar alimentos.
Se hoje já existe a fome , o que irá acontecer no futuro?
E a cana-de-açúcar (diga-se biocombustível) que será em termos de plantio, a única favorecida com o aquecimento, poderá ampliar o seu território.
Teremos então mais carros rodando com o biocombustível e um número bem maior de pessoas sem ter o que comer.
Este sem dúvida, não é esse futuro que espero para todos nós!
beijokas,
Malu Filézio

11/08/2008 - 05h20

Agricultura brasileira pode perder R$ 7,4 bi com aquecimento em 2020, diz estudo

Carolina Glycério
Da BBC Brasil em São Paulo
O Brasil poderá ter prejuízos de até R$ 7,4 bilhões no seu PIB agrícola em 2020 e ter sua geografia de produção desfigurada se não agir para mitigar os efeitos do aquecimento global, prevê um estudo realizado pela Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

"As mudanças do clima devem ser tão intensas a ponto de mudar a geografia da produção nacional. Municípios que hoje são grandes produtores poderiam não ser mais em 2020", diz o estudo, que será divulgado nesta segunda-feira durante o Congresso Brasileiro de Agribusiness, em São Paulo.

Com base no relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, os cientistas projetaram os impactos das mudanças climáticas em nove dos principais produtos agrícolas do país e concluíram que, à exceção da cana-de-açúcar e da mandioca, todas perderiam área de cultivo.

Foram simulados dois cenários para os anos de 2020, 2050 e 2070: o A2, mais pessimista em que pouco é feito para reduzir as emissões de CO2 e com aumento da temperatura entre 2°C e 5,4ºC até 2100, e o B2, um pouco mais otimista, que prevê aumento de temperatura entre 1,4°C e 3,8ºC.

No melhor cenário, os prejuízos calculados variam de R$ 6,7 bilhões, em 2020, a R$ 12,1 bilhões em 2070; no mais pessimista, o impacto negativo anual seria de R$ 7,4 bilhões no ano de 2020 e R$ 14 bilhões em 2070.

"Se nada for feito para mitigar os efeitos das mudanças climáticas ou adaptar as culturas para a nova situação, deve ocorrer uma migração de plantas para regiões que hoje não são de sua ocorrência em busca de condições climáticas melhores", afirmam os autores do trabalho, Eduardo Assad, da Embrapa, e Hilton Silveira Pinto, da Unicamp.

Amazônia
No processo descrito pelos cientistas, o aumento da temperatura deve promover um crescimento do que chamam de evapotranspiração (perda de água por evaporação do solo e transpiração das plantas) e, conseqüentemente, um aumento na deficiência hídrica. "As regiões mais secas ficam mais secas ainda", explica Assad.

Na análise das regiões, a Nordeste é a que mais perde com a transformação do semi-árido em árido e do Agreste em Semi-Árido.

"A gente mostrou que, conforme foi dito no IPCC, as regiões mais pobres, principalmente o Nordeste, vão ser as mais atingidas", disse Assad.

O estudo não inclui a Amazônia porque a região não está contemplada no Zoneamento de Riscos Climáticos, instrumento com base no qual foram feitas as projeções, mas os cientistas destacam a importância da redução do desmatamento para conter as emissões dos gases que provocam a elevação das temperaturas.

Soja
Principal produto agrícola exportado pelo país, a soja seria a mais prejudicada, podendo concentrar metade de todas as perdas em 2070.
"No pior cenário, as perdas podem chegar a 40% em 2070, em decorrência do aumento da deficiência hídrica e do possível impacto dos veranicos mais intensos", diz o estudo.

Com base nesses dados, os pesquisadores afirmam que as estimativas do Ministério da Agricultura - de que o Brasil passará a responder por 33% da produção mundial de soja em 2017/2018, ultrapassando os EUA - "podem estar otimistas demais" e que a falta de ação frente às mudanças climáticas poderia "afetar a capacidade competitiva do país".

A migração de culturas para o sul, onde o custo de produção é mais alto, elevaria os preços dos produtos brasileiros. Uma elevação de até 20% seria necessária para manter o crescimento da pecuária.

Por outro lado, a cana seria a principal favorecida, podendo ampliar sua área potencial atual de 6 milhões de hectares para quase 17 milhões de hectares em 2020 no cenário mais otimista, com aumento da sua presença na região Sul, onde hoje enfrenta restrições.

O estudo cobra do agronegócio "soluções a médio e longo prazo para minimizar o problema", sugerindo como principal a adoção de práticas que impeçam o avanço do desmatamento para a abertura de novas áreas para o plantio.

"Os cerca de 100 milhões de hectares de pastos degradados existentes hoje no país, se bem trabalhados, podem abrigar a expansão agrícola sem que seja preciso derrubar mais árvores. Em paralelo, é possível adotar sistemas que sejam capazes de seqüestrar carbono da atmosfera."

Fofuch@s,

Hoje vou apresentar a vocês o Marcelo Badari.

Ele é  mora no interior de SP, na cidade de Joanópolis . mas que já teve a experiência de viver durante uma década na cidade de S.Paulo.

O Badari é músico e quem quiser conhecer o seu som, ou "outros sons" como ele mesmo diz,  é só clicar aqui.

Mas e aí, vocês devem estar se perguntando,o que ele tem a ver com um blog de meio ambiente?

Tudo!

Ele também é cartunista e ilustrador free-lancer.  Quando descobri onde ele morava, pensei... quem mora num lugar maravilhoso desses só pode ser ligado ao meio ambiente.

Daí para eu ter a cara-de-pau de propor uma parceria foi um pulo.

Um dia desses mandei um e-mail a ele e passei a idéia de fazermos alguns trabalhos juntos. Ele concordou. Depois disso ele me pediu para mandar os textos, assim ele poderia fazer os desenhos em cima do que eu escrevesse. Foi aí que eu me ví perdida, me deu branco e nada saia da minha cabeça. A solução? Quando eu estiver com boqueio criativo (UUUÍ) ele vai usar o talento e a criatividade e se virar sozinho.

Então aí vai a primeira tirinha dele para o  "Nóis no Planeta". Nome escolhido por nós dois para a parceria inusitada.

É claro que "nóis" não significa necessariamente nós, mas pode significar "aquelas" pessoas que não estão nem aí para o planeta.

Beijokas a todos,

Malu Filézio

 

 

 

 

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