Fofuchos,

Neste f-d-s ganhei de minha cunhada vários livros e CDs relacionados a estudos sobre meio ambiente. Estes livros e CDs eram presentes que ela mesma recebia de amigos que trabalham nesta área.

Dando uma olhada no CD-room sobre Mudanças Climáticas ( criado especialmente  para apoiar a apresentação do tema no ensino fundamental e médio) achei o texto bem interessante, por ser claro e ao mesmo tempo cheio de informações.

Só para constar, este CD tem a inciativa do Forum Brasileiro de Mudanças Climáticas, e apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Vou procurar postar os textos que nele existem nas próximas semanas, pois são informações que interessam a todos que habitam o nosso planeta e se preocupam com ele.

beijãozão,

Malu Filézio

 

 

Sobre o Aquecimento Global

Apresentação

Um asteróide gigantesco poderia colidir com a terra!
Outro fenômeno poderia acontecer!
A temperatura global poderia aumentar! É hora de ficar atento!

Acredita-se que um meteoro tenha causado a extinção da vida dos antigos dinossauros há 65 milhões de anos. Mas o que aconteceria hoje se um grande meteoro atingisse o nosso planeta? Os cientistas afirmam que ao colidir com a Terra, um grande meteoro acarretaria um desastre global, levantando tanta poeira que cobriria a luz do Sol por anos, matando primeiramente as plantas e, depois, todos os animais - os seres humanos inclusive.

Nesse exato momento está ocorrendo um fenômeno que também ameaça a vida sobre a Terra, podendo causar conseqüências tão devastadoras quanto as provocadas pelo meteoro. Este fenômeno, entretanto, diferente da queda de um meteoro, não é uma casualidade fatal que pode ocorrer uma vez em milhões de anos mas um processo influenciado pelo homem, como já se sabe, e que pode ser mitigado (diminuído).

1. Estamos falando do fenômeno do aquecimento global e das mudanças climáticas

Nas últimas décadas, uma pergunta tem sido cada vez mais repetida: O que nós estamos fazendo com o nosso planeta? Cada vez mais nós nos damos conta de que, após a Revolução Industrial, o homem mudou para sempre a sua relação com a natureza. Há a preocupação crescente de que em meados, ou no final do século 21, se nenhuma providência for tomada, as atividades do homem terão mudado as condições básicas que possibilitaram o aparecimento de vida sobre a Terra.

A produção industrial, a produção de energia e o transporte, atividades humanas fundamentais para a existência da vida em sociedade, são as maiores fontes de liberação de gases que intensificam o efeito estufa na atmosfera terrestre, contribuindo para o fenômeno do aquecimento terrestre. Os gases de efeito estufa são emitidos principalmente pela queima de carvão e derivados de petróleo, entre outras formas de emissão oriundas do sistema de produção no qual se baseiam as sociedades modernas. O seu aumento exponencial nos últimos 200 anos deveu-se, em grande medida, ao crescimento da população, e ao processo de industrialização e urbanização. O aquecimento global derivado deste processo é, desta forma, um dos grandes desafios do século XXI.

A continuidade desse fenômeno poderá provocar sérios impactos para o meio ambiente e para a sociedade. Entre as conseqüências possíveis estão o aumento na temperatura média da superfície da Terra e mudanças nos padrões climáticos mundiais, as quais poderão provocar sérios impactos para o meio ambiente e para a sociedade, em diversos aspectos. Isto inclui a alteração dos padrões de chuva, o desaparecimento de ilhas tropicais e cidades litorâneas, derretimento de geleiras, aumento nas ocorrências de inundações, secas e eventos climáticos extremos. Além disso, ecossistemas completos poderão sofrer alterações irreparáveis, enquanto que a produtividade agrícola poderá diminuir. No caso do Brasil, por exemplo, um grande produtor agrícola mundial, existem regiões de delicado equilíbrio climático, como o Pantanal e o semi-árido, bem como inúmeros problemas de ordem econômica e social que poderão ser agravados em caso de uma alteração significativa do clima.

Para tentar evitar essa catástrofe, desde 1992, muitos países do mundo enviam seus representantes em conferências regulares que acontecem todos os anos para tentar negociar uma saída que não prejudique o progresso e desenvolvimento de nenhum deles. Uma série de acordos que tratam de questões como a poluição dos oceanos, a degradação da terra, danos na camada de ozônio e a rápida extinção de espécies animais e vegetais já foi acertada em diversas reuniões ao longo de uma década.

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima também é fruto deste esforço, sendo composta por uma série de acordos e enfoca um problema especialmente inquietante: como nós estamos contribuindo para aumento na temperatura média da superfície da Terra e para as mudanças nos padrões climáticos mundiais e de que forma podemos impedir isso.

Iremos agora entender melhor o fenômeno de aquecimento terrestre e das mudanças climática, descobrir o que está sendo feito no mundo e no Brasil para resolver o problema e saber o que podemos fazer para ajudar o nosso planeta a se recuperar.  (continua)

 

2. Efeito Estufa e Mudanças Climáticas

Vamos fazer um teste? Você precisará de dois depósitos de vidro com tampas de rosca e um pouco de água.

· Coloque uma colher de chá de água em cada jarra.
· Coloque a tampa em somente jarra.
· Deixe ambas ao Sol.
· Algumas horas depois, volte a olhar as jarras.

 

 

 

3. O que você conseguiu observar?

 

Nós constatamos que a jarra aberta estará igual como antes. Já a jarra fechada estará com seu interior bem quente, com algumas partes das paredes internas do vidro secas e outras partes cheias de pequenas gotas.

O que aconteceu com a jarra fechada? A explicação é que o calor do Sol penetrou o interior da jarra mas não pôde sair. Esse é o Efeito Estufa!

Sabemos que a atmosfera é definida como uma camada de gases compreendida sobre toda a superfície terrestre. A mistura de gases presentes na atmosfera terrestre apresenta a predominância dos gases nitrogênio (N2) e oxigênio (O2), que é essencial para a sobrevivência dos seres vivos, os quais, somados em conjunto, perfazem 99% da sua composição.

Vários outros gases encontram-se presentes em pequenas quantidades, dos quais alguns constituem os conhecidos "gases de efeito estufa", como o dióxido de carbono (CO2), ozônio (O3), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), juntamente com o vapor d'água (H2O).Esses gases recebem tal denominação por apresentarem a propriedade de reter o calor, agindo da mesma forma que os vidros da jarra fechada de nossa experiência sob a incidência dos raios solares.

Os gases de efeito estufa, distribuídos na atmosfera, agem como uma fachada de vidro de uma estufa sobre o planeta, permitindo a passagem da radiação solar, mas evitando a liberação da radiação infravermelha emitida pela Terra. Ou seja, uma parte dos raios do sol que chegam até a Terra é refletida e retorna para o espaço, mas outra parte dos raios fica "presa" por causa da tal camada de gases, e assim mantém a temperatura do planeta. Assim, pela ação do efeito estufa natural, a atmosfera se mantém cerca de 30°C mais aquecida, possibilitando, com isso, a existência de vida no planeta, que sem o efeito estufa natural seria um mero deserto gelado. Dessa forma, quanto maior for a presença de gases de efeito estufa na atmosfera, como o dióxido de carbono (CO2), mais difícil é a liberação do calor. Essa constatação foi feita por cientistas ao analisaram bolhas de ar presas no lençol de gelo da Antártica. Os dados obtidos indicam que o nível de dióxido de carbono na atmosfera está estreitamente relacionado com o clima da Terra, isto é, períodos com maiores quantidades de CO2 na atmosfera correspondem a climas mais quentes e vice-versa. Estudos recentes da superfície de Vênus demonstram que sua temperatura é superior a 400º C, em virtude da alta concentração de gás carbônico existente em sua atmosfera.

Consequentemente, o problema é que, somando-se ao processo natural, as atividades do homem, também denominadas antrópicas, estão resultando em contribuições adicionais de gases de efeito estufa, acentuando a concentração dos mesmos na atmosfera e, consequentemente, ampliando a capacidade de absorção de energia que naturalmente já possuem. Por exemplo, quando nós queimamos carvão, petróleo e gás natural, liberamos quantidades enormes de dióxido de carbono no ar. Quando destruímos florestas, o carbono armazenado nas árvores escapa para a atmosfera. Outras atividades básicas, como a criação de gado e o cultivo de arroz, emitem metano, óxido nitroso e outros gases de efeito estufa.

As emissões antrópicas de CO2, o gás que mais contribui para a intensificação do efeito estufa, decorrem principalmente da queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás natural), em usinas termelétricas e indústrias, veículos em circulação e sistemas domésticos de aquecimento. O combustível fóssil é uma "vegetação fossilizada" que foi depositada nos pântanos há milhões de anos e é explorada hoje como combustível. Quando queimada, libera gases que aumentam o efeito estufa.

Reservatórios naturais e sumidouros que têm a propriedade de absorver o CO2 do ar são também afetados por ação antrópica, como as queimadas e os desmatamentos. Embora o clima tenha sempre variado de modo natural, resultados de pesquisas têm evidenciado que o aumento das concentrações de gases como o CO2 acima do natural podem acarretar conseqüências catastróficas para a humanidade, como a variação mais extrema entre calor e frio, secas e inundações, o aumento do nível dos mares e oceanos e mudanças no regime de ventos.

Têm sido também observados indícios de ocorrência de temperaturas médias mais elevadas, assim como o aumento na sua oscilação. Desde o final do século XIX, as medidas indicam um aumento médio de 0,6°C na temperatura da superfície do globo. Vale citar que os níveis de CO2 aumentaram em volume de 280 partes por milhão no período que antecede à Revolução Industrial para quase 360 partes por milhão nos dias de hoje.

Por outro lado, a velocidade e a intensidade observadas no aumento da temperatura nesse período são incompatíveis com os tempos necessários à adaptação natural dos ecossistemas. Se as emissões continuarem aumentando no ritmo atual, é quase certo que no século 21 os níveis de dióxido de carbono na atmosfera duplicarão em relação aos níveis pré-industriais. E se providências não forem tomadas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, é bem possível que esses níveis tripliquem até o ano 2100. Dessa forma, os países começaram a juntar esforços para diminuir e estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera em um nível que não interfira perigosamente no sistema climático.

Verifica-se, dessa forma, que o problema que se observa é a existência de uma grande quantidade de impactos ambientais, que ocorrem em escala local, escala regional e escala global. É evidente que os impactos ambientais em escala local são os primeiros sentidos pela população.

A título de exemplo: um homem primitivo, na floresta, há 6 mil anos atrás consumia basicamente 2000 quilo-calorias, quantidade de energia que nós precisamos hoje para nos mantermos vivos e funcionando. O homem tecnológico de nossos dias consome cem vezes essa quantidade de energia, derivado sobretudo da utilização de combustíveis fósseis. O que deve ser destacado é que cerca de, pelo menos 50% de todos os impactos ambientais de nível local, cerca de 70% de regional, e mais de 70% de nível global têm relação com o uso de combustíveis fósseis. E o século XX foi o século do combustível fóssil.

A Convenção-Quadro das Nações Unidas para a Mudança do Clima, assinada no Rio de Janeiro, em 1992, por 175 países mais a União Européia, entrando em vigor em março de 1994, ratifica a preocupação com o aquecimento global. A Convenção estabelece o compromisso de redução dos gases de efeito estufa, reconhecendo que o problema do aquecimento global existe. Reconhecendo a mudança do clima como "uma preocupação comum da humanidade", os governos que a assinaram tornaram-se Partes da Convenção, propondo-se a elaborar uma estratégia global "para proteger o sistema climático para gerações presentes e futuras".

Os riscos são grandes demais para serem ignorados e, por esta razão, os governos dos países negociaram limitações e cortes nas emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera. O Protocolo de Quioto, aprovado durante a realização da terceira Conferência das Partes que adotam os termos da Convenção, COP-3, na cidade de Quioto, Japão, estabelece metas e prazos para controlar num primeiro esforço, pelos países desenvolvidos, quatro gases: dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e hexafluoreto de enxofre (SF6), acompanhados por duas famílias de gases, hidrofluorocarbonos (HFCs) e perfluorocarbonos (PFCs).

Estes países fazem parte do chamado "Anexo I" e terão de reduzir suas emissões de gases estufa. Para isso, contam com mecanismos como o "mercado do carbono", também chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Com o MDL os países poderão financiar projetos de redução ou comprar os volumes de redução de emissões resultantes de iniciativas desenvolvidas nos países não industrializados (grupo "Não-Anexo I"), os quais inicialmente não tem metas a cumprir, pois entraram de maneira tardia, em relação aos países desenvolvidos (Anexo I), no processo de industrialização.

O Protocolo foi aberto para assinatura em 16 de março de 1998. Para entrar em vigor no ano de 2002, como prevê o pacto inicial, precisa ser aprovado como lei por pelo menos 55 países, que devem representar 55% das emissões das nações mais ricas. Os Estados Unidos respondem por quase 25% das emissões de dióxido de carbono do planeta. Mas o presidente Bush, ao tomar posse, afirmou que seu governo não ratificaria o Protocolo, alegando motivos econômicos.

Contudo, há uma injustiça fundamental no problema da mudança do clima, que desgasta as relações já problemáticas entre as nações ricas e as pobres. Os países com níveis de vida elevados são os principais responsáveis pelo aumento dos gases de efeito estufa.

A Europa, a América do Norte, o Japão e outras regiões que se industrializaram primeiro consolidaram suas riquezas em parte por lançar na atmosfera grandes quantidades de gases de efeito estufa, muito antes de que se conhecessem suas conseqüências prováveis. Os países em desenvolvimento agora temem que lhes seja dito para restringir suas atividades industriais ainda incipientes, devido à margem de segurança da atmosfera já ter sido esgotada.

Pelo fato das emissões relacionadas à energia constituírem a causa principal da mudança do clima, será exercida uma crescente pressão sobre todos os países para reduzir as quantidades de carvão e petróleo por eles utilizadas. Também haverá pressão (e incentivos) para a adoção de tecnologias avançadas de forma que menos dano seja infligido no futuro. A compra dessas tecnologias pode ter um custo alto.

Países que se encontram nos primeiros estágios de industrialização - que lutam para proporcionar uma vida melhor aos seus cidadãos - não podem arcar com o ônus adicional causado, principalmente, pelos países ricos. O desenvolvimento econômico já é difícil o suficiente. Se aceitassem reduzir a queima de combustíveis fósseis, que são os mais baratos, convenientes e úteis para a indústria, como poderiam progredir?

Há outras injustiças no problema da mudança do clima. Os países em desenvolvimento serão provavelmente os que mais sofrerão se as conseqüências previstas (deslocamento das zonas agrícolas, elevação do nível do mar, ou variações no regime das chuvas) realmente acontecerem. Essas nações simplesmente não possuem recursos científicos e econômicos ou os sistemas de segurança social necessários para fazer face às mudanças do clima. Além do mais, o crescimento rápido da população em muitos desses países empurrou muitos milhões de pessoas para as regiões costeiras - o tipo de terra que pode mudar mais devido a variações no clima.


Pessoal,

 

Sei que ando meio sumida, mas logo voltarei a ativa.

Agradeço a todos que continuam passando por aqui!!!

Recebi este selinho do Rafa, aquele fofo que deu essa carinha linda no meu blog.

Então aí vai...

Para quem não sabe a palavra Roxie  significa TUDO DE BOM!

Regras:
1) Exibir a imagem do selo "Seu blog é ROXIE!" e escrever essas regras abaixo dele.
2) Colocar quem te deu o selo nos seus blogs indicados (amigos).
3) Escrever 5 coisas que são ROXIE (1ª sobre música, 2ª sobre televisão e cinema, 3ª três países que gostaria de conhecer, 4ª três cores favoritas e 5ª três hobbies)
4) Indicar 5 blogs que você ache ROXIE. [*alterado pelo autor deste blog]
5) Avise a pessoa.

 5 - Coisas Roxies

1ª Música: Sou eclética, só não curto sertaneja e rock pesado.

2ª Filmes: os que me trazem alguma mensagem. Assisti recentemente em DVD "A Loja Mágica de Brinquedos" e gostei muito.

3ª Vários...o que rolar...rolou...

4ª Branco, vários tons de azul, verde.

5ª Desvendar os mistérios da vida.

5 coisas roxies:

* ter saúde

*ter boa comida na mesa

* ter uma casa aconchegante para estar nos dias de chuva

* ter animais de estimação

* poder tomar um bom banho fresco num dia quente

* poder estar aqui falando com vocês

Agora o  blog que eu acho Roxie:

Blog do Rafa é ROXIE

Evelize: http://evelize-evelize.blogspot.com

 

beijão,

Malu Filézio

NÃO ESQUECENDO PESSOAL!!!

DIA 28/03 - 20:30HRS É HORA DE TODO MUNDO FICAR NO ESCURO.

MAIS INFORMAÇÕES: http://www.wwf.org.br/informacoes/horadoplaneta/

Olá meus queridos,

Neste domingo assisti ao Globo Rural. No programa tive o prazer de "conhecer" um casal que me despertou uma grande admiração. Admiração pelos seus ideais, pelos trabalhos realizados e pela cumplicidade que existe entre eles.

Tudo me encantou!

Sebastião Salgado é um fotográfo brasileiro, conhecido e respeitado (isso é que importa) mundialmente. A sua esposa Lélia Wanick Salgado é fundadora e presidente do INSTITUTO TERRA.

Alguns de vocês provavelmente já os conheçam, outros não. Sugiro a todos que assistam aos vídeos, lá vocês vão encontrar exemplos de vida que chegam a emocionar.

beijão a todos,

Malu Filézio

 

 

 

 

Mais sobre Sebastião Salgado.

 

Um novo Meme

 

Como vocês devem ter percebido eu ando meio sem inspiração...

Mas esta semana recebi um e-mail do querido Rafa me informando sobre o meme, então cá estou eu por aqui novamente.

Aproveito para pedir a vocês que dêem uma passadinha neste link: www.horadoplaneta.org.br 

Vamos lá:

O meme indicado para mim, consiste em escrever seis coisas alatórias sobre mim (UUIIIII...)

1 - Adoro minha família, animais, música e filmes românticos;

2 - No verão só ando descalça pela casa;

3 - Vivo tentando deixar meu cabelo crescer, daí eu começo a prendê-lo porque solto me incomoda, e então eu corto joãozinho novamente;

4 - Quando tomo sorvete em sorveteria sempre peço uma bola de limão e outra de morango, com farofa e mashmelow;

5 - Sonho em conhecer boa parte do mundo;

6 - Desejo do fundo da minha alma fazer alguma coisa para melhorar o mundo...só não exatamente o que.

Agora as regras são:

1 - Linkar a pessoa que te indicou;
2 - Escrever as regras do meme em seu blog;
3 - Contar 6 coisas aleatórias sobre você;
4 - Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post;
5 - Deixar a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela;
6 - Deixar os indicados saberem quando você publicar seu post.

 

E os indicados são:

Blog da Evelize: 

http://evelize-evelize.blogspot.com/

 Blog da Fernanda Pereira:

http://compulsaoporpalavras.blogspot.com/

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